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Energia do zero: a bolha terrestre do Japão

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Por mais de dois anos, os americanos ouviram rumores distantes de uma escalada impensável do preço da terra acontecendo no Japão. As notícias indicam que, em 1988, o valor teórico da terra do Japão superou em quatro vezes o de todas as terras nos Estados Unidos, um país quase 25 vezes maior que o Japão. Outro boletim imobiliário: o valor em dinheiro calculado de um único distrito no centro de Tóquio — Chiyoda-ku — poderia comprar todo o Canadá. E outra: um terreno no distrito comercial de Ginza, em Tóquio, está sendo vendido por$ 250.000 por metro quadrado. Mais perto de casa, o setor imobiliário comercial nos Estados Unidos sentiu parte do impacto desses tremores na rápida aquisição de compras e propriedades “exemplares” em cidades de todo o país por investidores e corporações japonesas. A compra do Rockefeller Center capturou a imaginação do público, mas na verdade foi uma transação relativamente pequena, tendo em vista a estimativa$ 53 bilhões em aquisições imobiliárias nos Estados Unidos feitas por investidores japoneses. Quase todas essas compras foram feitas desde 1985; projeta-se que o total alcance$ 100 bilhões em 1992.

A version of this article appeared in the May–June 1990 issue of Harvard Business Review.
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