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Como eliminar o desperdício e buscar a perfeição

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Seis anos atrás, escrevemos, com Daniel Roos, A máquina que mudou o mundo. O livro resumiu o estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts sobre a indústria automobilística global, que documentou as grandes vantagens de desempenho que um fabricante enxuto de primeira classe, como a Toyota, tinha em relação aos produtores em massa típicos dos países ocidentais. Quando apresentamos nossas evidências, temíamos o equivalente industrial de uma reação imune, na qual gerentes de outras regiões e indústrias rejeitariam as técnicas enxutas como irrelevantes para suas circunstâncias ou impossíveis de implementar. Em vez disso, descobrimos que estávamos derrubando uma porta aberta. Encontramos dezenas de gerentes em setores tão diversos quanto aeroespacial e de construção que nos disseram que estavam adotando técnicas enxutas — técnicas para eliminar incansavelmente e continuamente o desperdício de uma operação. E naquele coração da manufatura global, a indústria automobilística, logo foi impossível encontrar um gerente em qualquer lugar que não professasse estar “ficando magro”.

A version of this article appeared in the September–October 1996 issue of Harvard Business Review.

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