Não sou pessimista sobre o futuro do Facebook. Eu uso a rede social há oito anos e continuo impressionado com o foco de Mark Zuckerberg no produto e sua visão para a internet. Quando entrei no site pela primeira vez na primavera de 2004, eu estava preparado para odiar o serviço. Passaram apenas algumas semanas até que a plataforma viciante de Zuckerberg me conquistasse. E esse era um Facebook muito inferior: um site do segundo ano em que a silhueta do próprio Zuck ainda pairava no canto superior esquerdo de cada página. Hoje, eu ainda uso o site. Eu encontro conteúdo frívolo, mas satisfatório, todos os dias no feed de notícias. E o gráfico aberto tornou inúmeros sites e serviços de internet imensamente mais valiosos para mim.