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O caso contra os planos de incentivo de longo prazo

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Alexander Pepper trabalhou 27 anos em uma grande empresa de contabilidade, ajudando as empresas clientes a criar formas de compensar os CEOs e outros executivos seniores. A partir do início da década de 1990, os pacotes de remuneração normalmente incluíam planos de incentivo de ações de longo prazo com o objetivo de alinhar os interesses dos gerentes e dos acionistas. Mas, com o tempo, Pepper ficou desiludido. "Comecei a perceber que as pessoas para as quais estávamos criando os pacotes não necessariamente gostavam muito deles, e os planos não faziam o que deveriam fazer", diz ele. No início dos anos 2000, Pepper voltou a estudar e acabou obtendo um DBA; ele leciona na London School of Economics. Hoje ele pesquisa por que os planos de pagamento por desempenho não funcionam. "Eu fazia parte do sistema que, posteriormente, passei a dizer que não é muito eficaz", diz ele.

A version of this article appeared in the Outubro 2016 issue of Harvard Business Review.

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