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Armadilhas da felicidade

Resumo.   

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A vida é muito curta para ser infeliz no trabalho. No entanto, muitos profissionais que têm liberdade para moldar suas carreiras são exatamente isso: desengajados, insatisfeitos e infelizes. Veja o caso de "Sharon", vice-presidente de uma empresa global de energia e uma de minhas clientes de consultoria. Ela é inteligente e trabalhadora e subiu na hierarquia seguindo as regras. Ela ganha muito dinheiro, é casada com um homem que ama e é dedicada aos filhos. Ela tinha tudo o que achava que queria, mas não era feliz. As coisas estavam tensas em casa e o trabalho não a satisfazia mais. Ela estava cansada da política no local de trabalho e cínica em relação às mudanças intermináveis que supostamente resolveriam o que quer que estivesse errado com a empresa em um determinado trimestre. Ela se ressentia das longas horas de trabalho que tinha de cumprir. A próxima promoção e o próximo bônus não eram tão atraentes como costumavam ser, mas ela continuava trabalhando tão duro como sempre: Esforçar-se era um hábito.

A version of this article appeared in the Setembro-Outubro 2017 issue of Harvard Business Review.

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