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Cultivando a coragem cotidiana

Christopher Penler/Alamy Stock Photo   

Resumo.   

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Em muitas histórias que ouvimos sobre coragem no local de trabalho, as pessoas que lutam por mudanças positivas acabam sendo condenadas ao ostracismo e, às vezes, até perdem seus empregos. No entanto, o que vi no decorrer de minha pesquisa conta uma história com mais nuances. A maioria dos atos de coragem não vem de delatores ou mártires organizacionais. Em vez disso, eles vêm de pessoas respeitadas em todos os níveis que agem - seja fazendo campanha por uma ação estratégica arriscada, pressionando para mudar uma política injusta ou se manifestando contra um comportamento antiético - porque acreditam que é a coisa certa a fazer. Sua reputação e histórico lhes permitem fazer mais progressos do que aqueles que estão à margem ou fora da organização. E quando gerenciam bem o processo, não necessariamente pagam um preço alto por suas ações; na verdade, podem ver seu status aumentar à medida que criam mudanças positivas.

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A version of this article appeared in the Novembro-Dezembro 2018 issue of Harvard Business Review.

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