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Aprendendo a trabalhar com máquinas inteligentes

John W. Tomac   

Resumo.   

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São 6h30 da manhã e Kristen está levando seu paciente com próstata para a sala de cirurgia. Ela é uma residente sênior, uma cirurgiã em treinamento. Hoje, ela espera fazer ela mesma parte da delicada dissecção do procedimento, que poupa os nervos. O médico assistente está ao seu lado, e as quatro mãos estão quase sempre no paciente, com Kristen liderando o caminho sob sua orientação atenta. O trabalho ocorre sem problemas, o médico assistente se afasta e Kristen fecha o paciente às 8h15, com um residente júnior olhando por cima de seu ombro. Ela o deixa fazer a última linha de sutura. Ela se sente ótima: O paciente vai ficar bem, e ela é uma cirurgiã melhor do que era às 6h30.

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A version of this article appeared in the Setembro-Outubro 2019 issue of Harvard Business Review.

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