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Um lugar na mesa não é suficiente

Juca Liu
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A diversidade nos conselhos corporativos é uma prioridade urgente, enfatizada pelos líderes das empresas e pelas agendas de políticas públicas. Por exemplo, em 2021, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA aprovou uma regra que exige que a maioria das empresas da bolsa Nasdaq tenha pelo menos dois diretores de grupos sub-representados - minorias, mulheres ou LGBTQ+ - ou explique por que não o fazem. Essas iniciativas são louváveis não apenas por razões de justiça: Pesquisas mostram que a heterogeneidade nos grupos aumenta a qualidade da tomada de decisões. No entanto, poucas evidências associaram de forma persuasiva o aumento da diversidade no conselho de administração a melhores resultados da empresa. Um novo estudo explora o motivo e sugere condições que podem ajudar.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2022 issue of Harvard Business Review.

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