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Como transformar uma plataforma de cadeia de suprimentos em um mecanismo de inovação

Tom Nagy/Gallery Stock

Resumo.   

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No início de fevereiro de 2020, quando a China, seu país de origem, estava lidando com a primeira onda de Covid-19, o Haier Group, um dos maiores fabricantes de eletrodomésticos do mundo, enfrentou um desafio e uma oportunidade. Um cliente - a Heji Home, uma empresa chinesa de móveis domésticos - pediu ajuda à Haier para produzir enfermarias de isolamento móveis que desejava doar a um hospital em Wuhan, o local do primeiro surto do novo coronavírus. Essas unidades exigiam sistemas de ar fresco, esterilização e tratamento de esgoto que atendessem aos rigorosos padrões médicos. Nenhuma das duas empresas havia produzido esse tipo de equipamento antes, e nenhuma delas tinha os recursos de design e as capacidades da cadeia de suprimentos necessárias para fazer isso sozinha. Assim, elas se uniram e, apesar dos bloqueios generalizados por causa da pandemia e do fechamento de outras empresas para o Ano Novo Chinês, conseguiram desenvolver um protótipo funcional da unidade e entregá-lo ao hospital em duas semanas. Isso foi rapidamente seguido pela produção e entrega de unidades adicionais para hospitais locais nas semanas seguintes. A Heji e a Haier continuaram sua colaboração e, nos meses seguintes, desenvolveram outras versões da unidade, como uma estação móvel de teste de ácido nucleico e uma estação móvel de vacinação, para atender a novas demandas.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2022 issue of Harvard Business Review.

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