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O trabalho da vida: Uma entrevista com Misty Copeland

Aula magistral
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Desde sua primeira aula de balé, aos 13 anos, Copeland se propôs a ser uma dançarina profissional. Como uma garota negra entrando em uma disciplina dominada por artistas brancos e apreciada principalmente pelo público branco, ela sabia que as chances estavam contra ela. Mas ela seguiu em frente, ingressando no American Ballet Theatre e, em 2015, tornando-se a primeira bailarina principal negra. A senhora já atuou em papéis que vão de Clara a Julieta, publicou vários livros, pressionou por mais diversidade nas artes e está criando uma fundação beneficente.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2022 issue of Harvard Business Review.

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