
Resumo.
Um cliente meu, "Steve", não tirava férias de verdade há mais de 10 anos. Claro, ele viajava com a família. Mas, como executivo sênior de operações, ele sempre sentiu que tinha de permanecer conectado porque, inevitavelmente, algo surgiria enquanto ele estivesse deitado em uma espreguiçadeira em algum lugar longe do escritório. Por isso, ele verificava seus e-mails todas as manhãs e noites, atendia às ligações quando necessário e trabalhava em suas "férias" em torno do trabalho, ou seja, até se esgotar. "Voltei para a mesma esteira sem recarregar. Meu nível de energia continuava caindo a cada férias perdidas, e então cheguei ao fundo do poço." Ele percebeu que mal conseguia sair da cama, temia as manhãs de segunda-feira e não tinha paciência com os filhos. "Eu não gostava de quem eu era ou de como eu estava com minha família ou no trabalho."