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Como criar uma abordagem interseccional para a gestão de talentos

Fevereiro 8, 2024
Ilustração de Alex Eben Meyer

Resumo.   

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Em 1976, cinco mulheres negras iniciaram um processo contra a General Motors, alegando que as práticas empregatícias da empresa violavam o Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964. O caso tinha como objetivo abordar a complexa discriminação enfrentada pelas mulheres negras, que eram especialmente prejudicadas pelas políticas de demissão da empresa "último contratado-primeiro demitido". Os autores da ação alegaram que, embora a General Motors empregasse homens negros e mulheres brancas, as mulheres negras enfrentavam uma forma composta de discriminação não reconhecida explicitamente pelos estatutos legais existentes. O tribunal reconheceu a presença de discriminação, mas resistiu à noção de combinar discriminação racial e de gênero em um único argumento legal, argumentando que tal combinação iria além do escopo original da Lei de Direitos Civis.

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