
Resumo.
Em janeiro de 2026, o CEO de uma seguradora listada na Fortune 500 reuniu sua equipe sênior para discutir a propriedade das iniciativas de IA da empresa. A CIO considerou que a resposta era óbvia: os sistemas de IA agênicos são de sua responsabilidade. O COO argumentou que uma força de trabalho agênica é a definição de operações. O CFO observou que um sistema de IA já estava tomando decisões de subscrição com impacto direto no P&L. O CHRO observou que os sistemas de tomada de decisão autônomos são uma grande exposição ao risco. O CHRO via os agentes de IA como funcionalmente equivalentes aos trabalhadores, o que, em parte, se enquadra em sua área de atuação. A diretora de dados lembrou a todos que tudo dependia das permissões e do acesso aos dados corretos, e essa era sua área de atuação.