SKIP TO CONTENT
Harvard Business Review Logo

A solução para a rotatividade dos funcionários de atendimento

Maria do Rosário Frade

Resumo.   

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Os varejistas sabem há muito tempo que a alta movimentação entre os funcionários da linha de frente é dispendiosa, consumindo tempo e dinheiro, pois os gerentes precisam constantemente recrutar e treinar novos funcionários. A sabedoria convencional sustenta que a programação é um dos principais fatores que impulsionam a movimentação. Para reduzir a movimentação, os varejistas são incentivados a divulgar os horários com antecedência; criar horários de trabalho consistentes, previsíveis e justos; e proibiros “clopenings”— horários que exigem que um funcionário trabalhe no turno de fechamento e, em seguida, no turno de abertura no dia seguinte. Essas medidas podem ajudar, mas um estudo que realizamos com 280 milhões de turnos trabalhados por 1,3 milhão de funcionários em 20 grandes redes varejistas dos Estados Unidos descobriu que a realidade é muito mais complexa. Diferentes aspectos da programação afetam cada loja de maneira diferente, e somente uma análise dos dados pode determinar quais são os mais importantes para um determinado local e até mesmo em que medida a programação é a principal responsável pela movimentação.

A version of this article appeared in the Março-Abril 2026 issue of Harvard Business Review.

Partner Center